PRIMEIRA EXPERIÊNCIA DE LEITURA MARCANTE PARA MIM:
Sempre tive um apreço muito grande pela nossa Língua Portuguesa! Em 1991 ingressei na quinta série, época de mudança e ansiedade: teria vários professores diferentes. Entretanto, sempre gostava mais das professoras de Língua Portuguesa e Língua Inglesa (digo professoras porque eram sempre mulheres, as que serviram de exemplo para mim).
Mas como nos depoimentos de Gabriel O Pensador e de Gilberto Gil, os quais tiveram os avós como responsáveis pela alfabetização ou pelo gosto pela leitura, no meu caso foi minha tia, pessoa responsável pela minha primeira leitura realmente significativa: FELIZ ANO VELHO, de Marcelo Rubens Paiva. Foi ela quem me indicou o livro que achei muito fascinante, ficava imaginando como era a vida do protagonista, um personagem da vida real que sofria as consequências do momento histórico pelo qual passava nosso país. Sempre que ouço a música VERANEIO VASCAÍNA, do Capital Inicial, fico imaginando as cenas relatadas no livro. Confesso que depois desse livro, passei a ter um gosto maior pela leitura e, em especial, por biografias.
Ainda na adolescência, como fã da seleção olímpica masculina de vôlei de 1992, adquiri o livro VITÓRIA, A GARRA E A EMOÇÃO DO VÔLEI DE OURO DO BRASIL, de Nicolau Radamés Creti. Nele o autor narra os momentos mais marcantes da olimpíada e dessa vitória emocionante.
Como fã também dos Mamonas Assassinas, li o livro BLÁ, BLÁ, BLÁ, de Eduardo Bueno, em que ele relata a trajetória do grupo.
Já na época da faculdade, tive o prazer de ler o livro O DIÁRIO DE ANNE FRANK, no segundo ano de Língua Alemã. A experiência foi uma mescla de emoção e decepção. Como aceitar a realidade do Nazismo?
Essas leituras realmente me proporcionaram vários momentos de prazer e crescimento, uma vez que por traz de uma vida há uma história carregada de sentimentos e emoções.