quarta-feira, 29 de maio de 2013


PRIMEIRA EXPERIÊNCIA DE LEITURA MARCANTE PARA MIM:
Sempre tive um apreço muito grande pela nossa Língua Portuguesa! Em 1991 ingressei na quinta série, época de mudança e ansiedade: teria vários professores diferentes. Entretanto, sempre gostava mais das professoras de Língua Portuguesa e Língua Inglesa (digo professoras porque eram sempre mulheres, as que serviram de exemplo para mim).
Mas como nos depoimentos de Gabriel O Pensador e de Gilberto Gil, os quais tiveram os avós como responsáveis pela alfabetização ou pelo gosto pela leitura, no meu caso foi minha tia, pessoa responsável pela minha primeira leitura realmente significativa: FELIZ ANO VELHO, de Marcelo Rubens Paiva. Foi ela quem me indicou o livro que achei muito fascinante, ficava imaginando como era a vida do protagonista, um personagem da vida real que sofria as consequências do momento histórico pelo qual passava nosso país. Sempre que ouço a música VERANEIO VASCAÍNA, do Capital Inicial, fico imaginando as cenas relatadas no livro. Confesso que depois desse livro, passei a ter um gosto maior pela leitura e, em especial, por biografias.
Ainda na adolescência, como fã da seleção olímpica masculina de vôlei de 1992, adquiri o livro VITÓRIA, A GARRA E A EMOÇÃO DO VÔLEI DE OURO DO BRASIL, de Nicolau Radamés Creti. Nele o autor narra os momentos mais marcantes da olimpíada e dessa vitória emocionante.
Como fã também dos Mamonas Assassinas, li o livro BLÁ, BLÁ, BLÁ, de Eduardo Bueno, em que ele relata a trajetória do grupo.
Já na época da faculdade, tive o prazer de ler o livro O DIÁRIO DE ANNE FRANK, no segundo ano de Língua Alemã. A experiência foi uma mescla de emoção e decepção. Como aceitar a realidade do Nazismo?
Essas leituras realmente me proporcionaram vários momentos de prazer e crescimento, uma vez que por traz de uma vida há uma história carregada de sentimentos e emoções.

O presente blog visa a apresentar conteúdos do curso MELHOR GESTÃO, MELHOR ENSINO, da Escola de Formação de Professores da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.
Como professores em constante formação, estamos sempre buscando aprimorar nosso conhecimento e, a partir de nossas próprias experiências e também dos colegas, pretendemos tornar a leitura e escrita algo prazeroso, a fim de promover momentos de reflexão sobre o mundo à nossa volta. A leitura e escrita não deve ser vista como algo obrigatório, e sim como algo fascinante.